domingo, janeiro 18, 2009

Devemos "confiar" no orçamento 2009 ou nas legislativas e autarquicas??

Após analisar o orçamento de estado de 2009 e o seu " irmão" mais novo, o rectificativo, e ler imensas noticias sobre os apoios cada vez menores ao concelho do seixal, concelho este onde vivem bastantes contribuintes, cada vez mais injustiçado pelo mesmo orçamento, apenas posso deixar a seguinte mensagem:.." o Seixal precisa de acordar e essencialmente inovar, não estar à espera que o governo se lembre dele (claro que a actual liderança ainda "ajuda" menos), pelo deve criar infraestruturas proprias para apoiar os jovens nas suas ideias inovadoras e criar um polo empresarial para recém-licenciados, apoiar as empresas (através de incentivos fiscais, entre outros) por forma que estas sejam competitivas e possam gerar emprego no concelho, criar infraestruturas de vias de comunicação eficientes e ordenadas (ainda estamos à espera da continuação da alternativa à EN10), apostar nas novas energias renovaveis (fotovoltaica, solar térmica, eólica, biomassa...) porque a energia, como a eficiencia energética é o futuro e é um custo que se pode diminuir através da inovação e desenvolvimento (divulgar pelo concelho e implementar ou ajudar a implementar empresas que possam dinamizar estas energias), dinamizar cada vez mais o concelho e os seus habitantes e, fundamental, criar pólos de saude eficientes (demonstrar ao ministério da saude que o seixal necessita de um hospital ou os centros de saude em condições, porque a saude é para todos).... tudo passa pelas próximas eleições (autarquicas e legislativas) do ano de 2009, ano este que irá ser muito dificil para todos nós, mas cabe a cada um de nós dar a voltar por cima no invés de ficar a "chorar" num canto, culpando a crise ou viver num mundo de ilusões cor de rosa como o nosso primeiro ministro...

1 comentário:

Daniel Geraldes disse...

Nestes investimentos públicos enormes que se vão fazer teriam muito mais significado se se construissem barragens para produzir energia do que TGV, aeroportos ou auto estradas, essa receita já está esgotada há muito mas muito tempo.