segunda-feira, novembro 29, 2010

quinta-feira, outubro 21, 2010

Encerrado para obras..

segunda-feira, outubro 18, 2010

Eleições JSD Seixal

Foi hoje eleita uma nova comissão politica da JSD na secção do Seixal:


Comissão Politica de Secção JSD - Seixal

Presidente

Pedro Filipe Correia de Abreu e Sousa

Secretário-Geral

Filipe Gonçalo Alves Farinha

Vice-Presidentes

Bruno Miguel Machado Vasconcelos

Ana Filipa Mendonça Esteves

Miguel Marques Nunes Soares Paulo

Vogais

Ana Cristina Parra Vargas

Mafalda Soares

Fábio Miguel Guerreiro

Fatima Isabel Frazão Prior

Cátia Margarida da Silva Costa

Mesa da JSD - Secção do Seixal

Presidente

Nuno Gonçalo do Carmo Poças

Vice-Presidente

Daniel Joaquim Gonçalves Geraldes

Secretário

Cláudia Alexandra Martins de Oliveira

quinta-feira, setembro 30, 2010

Ass. Freguesia do Seixal

Já se encontram disponíveis as informações relativas às ultimas assembleias de freguesia do Seixal.

Pode consultar em : WWW.MUDARSEIXAL.COM

( Separador: "Assembleia de Freguesia")

quinta-feira, setembro 23, 2010

Novo outdoor JSD


Sócrates quer enganar os jovens com números de ilusionista!
Enquanto o governo continua a tentar iludir os jovens portugueses com ilusionismos e malabarismos do Primeiro-Ministro, o desemprego jovem continua a crescer de forma alarmante.
Quinze anos de governação socialista resultaram numa taxa de desemprego jovem que atinge os 21%. Ou seja, actualmente 2 em cada 10 jovens, 20 em cada 100, encontra-se no desemprego. 175.000 mil jovens com menos de 25 anos não tem emprego, 55 mil estão à procura do seu primeiro emprego enquanto 57 mil jovens licenciados não tem também solução para a sua situação laboral.
A esta realidade preocupante, acresce que os jovens que tem emprego, na maioria das vezes tem emprego mal pago, precário ou em áreas que não correspondem à área de formação em que investiram.
Por força desta negra realidade, cerca de 20% dos jovens vivem abaixo do limiar da pobreza.
Perante esta realidade Sócrates continua com a cabeça enfiada na areia tentando através de truques de ilusionismo, enganar os jovens portugueses e as novas gerações.
Enquanto o Secretário de Estado Juventude anda mais preocupado em ser "treinador de futebol" e o Primeiro Ministro em atirar areia para os olhos dos portugueses ignorando os números do desemprego jovem, a JSD exige assim atenção e medidas para este problema que tem atirado milhares de jovens para a pobreza.

Fonte: http://www.jsd.pt/noticias.php?id=141

terça-feira, agosto 31, 2010

Período de preia-mar pode provocar Inundações na Baía do Seixal entre 8 e 10 de Setembro

  • De acordo com as informações disponibilizadas pelo Instituto Hidrográfico, a Freguesia do Seixal vai ter marés com alturas que podem chegar aos 4,30 m, entre as 16 horas do dia 8 de Setembro, quarta-feira, e as 17.30 horas do dia 10 de Setembro, sexta-feira.

    Por este motivo, poderão ocorrer cheias e inundações rápidas junto à Baía do Seixal, especialmente ao longo da Av. Nuno Álvares Pereira, bem como a formação de lençóis de água na estrada.

    Assim, a Câmara Municipal do Seixal sugere algumas medidas de prevenção e precaução a adoptar
    1. Junto à Baia, a população deve preparar-se para, se necessário, tomar as seguintes medidas de auto-protecção:
    • Isolar as portas com anteparas e vedante ou sacos de areia;
    • Retirar os bens de valor e documentos das zonas mais baixas dos edifícios.

    2. A circulação automóvel deve fazer-se com cautela.

    O trânsito será desviado durante os períodos em que a faixa de rodagem estiver alagada.

    08-09-2010

    Encerramento da circulação -15.45 horas
    Abertura da circulação - 16.30 horas
    4,27 m

    09-09-2010

    Encerramento da circulação - 16.20 horas
    Abertura da circulação - 17.15 horas
    Altura da maré - 4,35 m

    10-09-2010

    Encerramento da circulação - 17.10 horas
    Abertura da circulação -18 horas
    Altura da maré - 4,30 m

    A Câmara Municipal, as Juntas de Freguesia e os Agentes de Protecção Civil darão o apoio adequado à população colocando no terreno os meios que vierem a revelar-se necessários, sendo que o local indicado para a concentração dos meios é a Praça Primeiro de Maio, em frente à Mundet.
  • segunda-feira, agosto 23, 2010

    Bolsas de estudo

    Já por várias vezes aqui se falou da questão da atribuição de bolsas de estudo aos jovens do concelho. A JSD levantou a discussão há bastante tempo e apresentou essa proposta em Assembleia Municipal. Na altura, a maioria CDU rejeitou as bolsas de estudo, recorrendo a argumentos, mais do que discutíveis, deploráveis. Sendo certo que, algum tempo depois, a Câmara Municipal decidiu avançar com a atribuição de bolsas, é inegável que a própria CDU tinha recusado tal proposta como, de resto, já fez com tantas outras, por exemplo com o cartão jovem municipal ou a reparação da estrada do Talaminho. No entanto, as ideias da JSD e do PSD acabaram por se tornar realidade pela mão hipócrita do PCP. Ora, a edição de hoje do Notícias do Seixal dá-nos conta de que a Câmara Municipal irá atribuir bolsas de estudo a estudantes do ensino superior. A bondade da medida e os efeitos que terá na vida de vários jovens estudantes é o aspecto fundamental a retirar de tudo isto. Se o PCP é hipócrita, a isso nos vamos habituando. A medida é boa, ponto final. E nós estamos de consciência tranquila. É para isto que temos trabalhado.

    quinta-feira, julho 22, 2010

    Plenário

    No próximo domingo, dia 25 de Julho, pelas 16 horas, realiza-se a Assembleia de Secção da JSD Seixal.

    sábado, julho 17, 2010

    36


    Há 36 anos nascia a Juventude Social Democrata. São mais de 3 décadas a defender os interesses da juventude portuguesa e a formar quadros de grande valor.

    quarta-feira, junho 23, 2010

    Conferência - O Seixal e o Ambiente



    No dia 5 de Julho, segunda-feira, pelas 21h30, a JSD Seixal organiza uma conferência sobre os problemas ambientais do concelho do Seixal. Participa!

    segunda-feira, junho 21, 2010

    Seminário sobre os Núcleos Urbanos Antigos


    O Pelouro da Protecção Civil da Câmara Municipal do Seixal, cujo Vereador é o eleito do PSD, Paulo Edson Cunha, organiza no próximo dia 24 de Junho um seminário sobre os Núcleos Urbanos Antigos, onde será ainda apresentado o Plano Municipal de Emergência de Protecção Civil. Fica aqui feito o convite a todos os interessados.

    quinta-feira, junho 03, 2010

    Conferência "Que Hospital para o Seixal?"

    A conferência "Que Hospital para o Seixal?" será realizada no próximo dia 7 de Junho, segunda-feira, pelas 21h30 na sede do PSD Seixal. Contará com a presença das Deputadas Clara Carneiro (PSD) e Ana Catarina Mendes (PS).

    Contamos convosco!

    domingo, maio 30, 2010

    A Esquerda em Portugal

    PSD e CDS queriam adiar pelo menos 3 anos o TGV. BE e o PCP estão contra. É grande a esquerda em Portugal.

    ...assim se ve os valores do PC

    segunda-feira, maio 24, 2010

    Entrevista




    O Jornal do Seixal entrevistou o actual Presidente da JSD Distrital de Setúbal e ex-Presidente da JSD Seixal, no âmbito da sua vida profissional. Aqui deixamos a entrevista. É um orgulho ter dirigentes da JSD como o Miguel Pina Martins. Parabéns.

    sábado, maio 22, 2010

    Adiamento

    Por motivos alheios à JSD Seixal, a conferência "Que Hospital para o Seixal?" não se irá realizar na próxima segunda-feira, pelo que pedimos desculpa pelo sucedido. Em breve será anunciada nova data para a realização da conferência.

    quarta-feira, maio 19, 2010

    Novo outdoor JSD

    Conferência - Que Hospital para o Seixal?


    Na próxima segunda-feira, dia 24 de Maio, pelas 21h30, decorrerá na sede do PSD/JSD Seixal, uma conferência sobre o Hospital do Seixal, com a presença das Deputadas Clara Carneiro (PSD) e Ana Catarina Mendes (PS).

    É um tema muito importante para a população do nosso concelho, pelo que contamos com a presença de todos.

    segunda-feira, maio 17, 2010

    JSD Estudantes

    A JSD tem um novo portal dedicado exclusivamente a estudantes. Vê mais aqui.

    sexta-feira, maio 14, 2010

    "Há famílias que compram Coca-Cola a taxa de 5% e isso não é justo"

    Justificação para Aumento do IVA nos Produtos Essenciais.Como diria outro político da nossa praça: "É a vida..."

    quinta-feira, maio 06, 2010

    6 de Maio de 1974

    Passaram 36 anos desde que Francisco Sá Carneiro, Francisco Pinto Balsemão e Joaquim Magalhães Mota fundaram o Partido Popular Democrático, mais tarde PSD.

    segunda-feira, maio 03, 2010

    quinta-feira, abril 29, 2010

    Conselho Municipal de Juventude

    A bancada do PSD apresentou ontem na Assembleia Municipal uma moção que obrigaria este órgão a elaborar o regulamento do Conselho Municipal de Juventude.
    O CMJ é uma imposição da Lei 8/2009, sendo que todos os municípios que não o tenham constituído, o deviam ter feito nos seis meses posteriores à entrada em vigor da mesma lei.
    Sendo certo que a Associação Nacional de Municípios, num seu parecer, entende que o mesmo diploma é inconstitucional, por violação da autonomia do poder local, não é menos verdade que os municípios continuam vinculados à lei e à consequente constituição do CMJ.
    Ora, é certo e sabido que o PCP sempre se opôs à constituição do mesmo. E que no Seixal existe uma plataforma idêntica, o Fórum Municipal de Juventude. Mas também é verdade que esse Fórum funciona de uma forma mais restrita do que funcionaria o CMJ. Por exemplo, as juventudes partidárias não têm assento no Fórum. Além de que se levantam outras questões: de que forma são escolhidas as associações representadas nesse Fórum? Com que critério?
    A JSD Seixal desde há muito que pugna pela criação do Conselho Municipal de Juventude. Ontem fizemos questão de não deixar o tema cair no esquecimento. Esperemos, então, por uma resposta do Tribunal Constitucional quanto à constitucionalidade da norma do diploma em questão.
    Mas, ainda que a mesma seja declarada inconstitucional, há a retirar uma conclusão: o PCP não quer o Conselho Municipal de Juventude. Se é porque se dá mal com representação de forças que não são alinhadas ou por outro motivo qualquer, não sei.
    Esperam-se desenvolvimentos.

    segunda-feira, abril 26, 2010

    AF Amora: competências.

    Na passada quinta-feira, dia 22 de Abril, reuniu em sessão ordinária a Assembleia de Freguesia de Amora. A bancada do PSD apresentou as duas moções que agora se transcrevem.


    MOÇÃO
    MAIS SEGURANÇA
    Tendo em consideração que a segurança é uma finalidade essencial do Estado de direito, e numa altura em que se comemora mais um aniversário do 25 de Abril, é pertinente a pergunta “somos nós livres?”,
    Livres para sair à rua?, andar na rua?, estar só que seja à nossa porta?, jantar num restaurante? ou lanchar numa pastelaria?, entre outros legítimos exercícios de liberdade.
    Muito francamente, NÃO, não somos decididamente livres, o medo está definitivamente instalado.
    A sustentar o que agora afirmamos está, desde o relato das pessoas anónimas, às constantes notícias dos jornais, já para não referir a televisão.
    Sucede que, tais notícias são sempre de índole negativa e sobretudo preocupantes.
    À laia de exemplo não posso deixar de referir a mais recente de vaga de assaltos, nomeadamente, na pizaria “verde e amarelo” aqui mesmo na Amora, executado com violência extrema, tendo mesmo um dos empregados sido alvejado com um tiro de caçadeira, isto, perante uma plateia de incrédulos clientes que a tudo assistiram impotentes e aterrorizados.
    Curiosamente, este “modus operandi” já poucos dias antes tinha sido utilizado, numa pastelaria denominada “Avozinha” sita na Cruz de Pau, onde os clientes lanchavam calmamente, e onde para melhor entendimento, passo a citar o proprietário, “ Eles apontaram armas à cabeça das pessoas” “ houve mulheres quase a desmaiar”.
    Acresce ainda que, no inicio do presente ano já a Flor do Nabão restaurante em Belverde, uma pizaria nos foros de Amora, entre outros inacabáveis episódios, só deste tipo de crime, roubo efectuado com recurso a uma violência sem contemplações.
    Tendo ainda em consideração, que não podemos esquecer, os “tiroteios entre gangues”, o “cárcere privado na Quinta da Princesa”, entre muitos outros crimes, que por serem tantos e tão comuns, já instalaram para além do medo, um clima de conformismo, o qual não podemos aceitar.
    A verdade é que, em face destes cenários os prejuízos são enormes, quer para a qualidade de vida das pessoas, quer para o comércio local, que numa visão mais catastrófica, se arrisca a ver os seus estabelecimentos vazios, agravando desta forma a já complicada vida do comerciante local.
    Assim, está claro que não conseguimos atrair nenhum tipo de investimento e consequentemente nenhum emprego, numa Freguesia, e num Concelho que é apenas conhecido, já a nível nacional, diga-se, pela sua elevada taxa de criminalidade.
    Deste modo, apelamos, a que, à semelhança da bandeira colectiva que tem sido a luta pelo Hospital do Seixal, que agora também, nos mobilizemos, forças políticas, e população, para enfrentar este problema que urge ser combatido.
    É pois, por isso tempo de erradicar definitivamente os guetos e assumir que os bairros sociais com a sua sombria arquitectura são estigmatizantes, e servem exclusivamente o interesse dos criminosos que há muito desprezam as mais elementares regras sociais, e que se regem por códigos de conduta próprios e regras próprias.
    É altura, de dar uma efectiva oportunidade às pessoas que a pretendem com outras políticas de realojamento.
    Acompanhando de perto as pessoas, auscultando as suas necessidades, designadamente na atribuição da tipologia que mais se adequa ao seu agregado familiar e à sua etnia, promovendo a sua auto-estima, e combatendo de forma séria o seu desenraizamento, favorecendo enfim a sua integração, ao invés de transformar estes bairros naquilo que já são, hoje autênticos barris de pólvora.
    Assim, a Assembleia de Freguesia de Amora reunida em 22 de Abril de 2010 delibera:
    Exigir que a Junta de Freguesia reivindique junto das entidades competentes, nomeadamente junto da Administração Central e Descentralizada, melhores condições de segurança.
    2- Exigir que a Junta de Freguesia reivindique junto das entidades competentes a definitiva resolução do problema dos bairros clandestinos, designadamente, Vale de chicharos, também denominado “Bairro da Jamaica.

    MOÇÃO CHUMBADA PELA CDU.

    Moção
    Espaço Público de Amora
    Considerando o aumento da criminalidade que se tem verificado em todo o país, e ao qual a nossa freguesia não foi excepção, com noticias de assaltos a povoarem semanalmente as páginas dos jornais, os eleitos desta Assembleia de Freguesia não podem deixar de reflectir sobre esta situação deveras preocupante.
    Considerando que a Junta de Freguesia é o órgão de poder mais próximo das populações, pensamos que este é local mais indicado para fazer algumas observações a respeito do nosso espaço público e das implicações que este tem na criação de uma sensação de segurança por parte dos nossos fregueses.
    A iluminação pública das ruas tem, historicamente, um papel relevante na criação de mecanismo de segurança para as populações. Uma rua mal iluminada é mais um convite ao crime e à falta de segurança. Neste aspecto a nossa freguesia apresenta várias deficiências, muitas das nossas ruas estão pouco iluminadas e algumas delas têm mesmo total falta de luminosidade durante a noite, como aconteceu bem recentemente em parte significativa da Rua 1º de Maio, que durante cerca de um mês esteve totalmente às escuras, situação que nos parece totalmente inadmissível numa das principais ruas da nossa cidade.
    Cabe a nós, eleitos desta freguesia chamar a atenção para este problema que contribui não só para o aumento da criminalidade e actos de vandalismo, mas também para a sensação de falta de segurança e até de medo, geradas por ambientes soturnos.
    Uma Amora bem iluminada é uma Amora mais segura.
    Todavia, não é só a questão da iluminação que nos preocupa. Com ela, para além do sentimento de insegurança, vem toda uma panóplia de preocupações sobre o nosso espaço público, reconhecendo a importância que este tem na qualidade de vida dos cidadãos.
    Apesar dos muitos esforços feitos o ano passado, durante os meses que antecederam o dia 11 de Outubro de 2009, verificamos que muitas das nossas ruas continuam esburacadas, constituindo um entrave para a circulação, especialmente para quem tem mais problemas de mobilidade. Os exemplos são vários e estão espalhados por toda a nossa freguesia.
    Aos problemas enunciados anteriormente acrescem outros relacionados com a limpeza, tanto das ruas como dos edifícios. Sabemos que a Junta de Freguesia não pode resolver estas questões directamente, mas como órgão local mais próximo das populações pode e deve exigir o melhoramento do sistema de limpeza das nossas ruas. Também pode e deve exigir que de mesmo modo que se promovem iniciativas como o Seixal Graffiti, também se promovesse o dia da limpeza do graffiti. A poluição visual que povoa as nossas ruas, deixa transparecer uma degradação urbana triste para quem aqui vive e desagradável para quem nos visita.
    A Assembleia de Freguesia de Amora, reunida ordinariamente no dia 22 de Abril de 2010, delibera:
    Exigir à Câmara Municipal do Seixal, que em conjunto com a EDP tomem medidas urgentes não só para corrigir situações de total ausência de iluminação, substituição de candeeiros avariados, mas também para dotar as nossas ruas de melhores sistemas de iluminação que permitam reduzir os espaços escuros e assim contribuir para a melhoria das condições de segurança na nossa Freguesia.
    Criação de um mecanismo de proximidade com os fregueses onde estes possam mais facilmente relatar os seus problemas relativamente ao espaço público para que estes tenham uma resolução mais rápida, nomeadamente através do site da junta de freguesia e a criação de um portal próprio para indicar este tipo de situações.
    Sabemos que a Junta muitas vezes não tem as competências necessárias para resolver certo tipo de problemas, mas pode e deve exigir a sua resolução às entidades competentes, nomeadamente à Câmara Municipal do Seixal, pedindo a melhoria dos serviços de limpeza urbana e a criação de medidas de combate ao vandalismo dos nossos espaços, que se assiste um pouco por toda a nossa cidade.

    MOÇÃO CHUMBADA PELA CDU.

    Se é verdade que estas moções versam sobre temas que não são da competência da Junta de Freguesia, também é verdade que os eleitos do PSD o mencionam, exigindo apenas ao Executivo que exerça, como lhe compete, junto das entidades competentes o seu poder reivindicativo. A bancada da CDU entendeu, porém, que estas moções fogem à unidade de competências do Executivo. De seguida, a mesma bancada da CDU apresentou uma moção sobre o Plano de Estabilidade e Crescimento.
    Não queremos, então, deixar passar em claro o grande papel que a Junta de Freguesia de Amora tem tido na elaboração deste PEC. Notável trabalho da CDU...

    quinta-feira, abril 22, 2010

    Moções na AF Arrentela: mais do mesmo.

    Na sessão ordinária de ontem da Assembleia de Freguesia foram apresentadas as seguintes moções pela bancada do PSD:

    MOÇÃO

    Monitorização dos Edifícios da Junta de Freguesia

    O objectivo é promover um consumo sustentável e controlado de energia nos edifícios e disponibilizar espaços de demonstração e sensibilização para os conceitos da eficiência energética e energias renováveis. Ao apostar na monitorização dos edifícios da Junta de Freguesia, a Arrentela tornar-se-ia, assim, mais consciente do importante papel que tem a desempenhar enquanto entidade de referência na redução das emissões dos gases com efeito de estufa.

    Considerando que:
    - Este sistema de monitorização permitiria um controlo rigoroso e em tempo real dos consumos dos diversos edifícios da Junta de Freguesia;
    - Seria acompanhado de um sistema de actualização on-line, no sítio da Junta de Freguesia, dos dados dos consumos dos equipamentos que estão a ser supervisionados;
    - Este projecto iria permitir a optimização do consumo energético dos edifícios sem que se perca a produtividade. Esta seria feita com base em estudos técnicos que identificariam os pontos de desperdício das estruturas, apresentando medidas de minimização das necessidades energéticas.

    Aos vinte e um dias do mês de Abril de 2010, a Assembleia de Freguesia de Arrentela reunida em sessão ordinária delibera que o Executivo da Junta de Freguesia se comprometa a instalar um sistema de monitorização de energia nos seus edifícios.

    MOÇÃO CHUMBADA PELA CDU.

    MOÇÃO

    Considerando que:

    - Na última reunião da Assembleia de Freguesia, quando questionada para o efeito, a Sra. Presidente da Junta referiu que no espaço no términos da Av. Manuel da Fonseca, Cavaquinhas, de há alguns anos a esta parte, se têm estabelecido diversos feirantes, os quais, de forma organizada, ali têm procedido à venda dos seus produtos ilegalmente;

    - Os referidos feirantes não procedem ao pagamento de quaisquer taxas ou licenças para o efeito, numa clara descriminação face aos restantes que, em locais licenciados, procedem ao mesmo tipo de actividade;

    - Apesar da clara e notória situação de ilegalidade, o Executivo nada fez para cessar tal ilegalidade, impedindo o acesso ao local dos ditos feirantes;

    - O espaço em questão não oferece quaisquer condições para o comércio ali efectuado, nem aos comerciantes, nem à população que ali efectua compras, sem qualquer tipo de infraestruturas de apoio;

    - Seria útil, atenta a densidade populacional daquela zona, a dotação das necessárias ao local e o licenciamento daquele espaço, readequado e reformulado, para o estabelecimento de um mercado aberto ao público.

    Aos 21 dias de Abil de 2010, a Assembleia de Freguesia, reunida em sessão ordinária, reivindica junto do Executivo a criação, naquele espaço, do projecto do futuro mercado das Cavaquinhas ou, caso assim não se entenda, a promoção de medidas com vista ao encerramento da actividade de comércio ali praticada.

    MOÇÃO CHUMBADA PELA CDU.

    MOÇÃO

    Considerando que:

    - A todos os munícipes da freguesia assiste o direito a boas acessibilidades, as quais contribuirão para uma melhor qualidade de vida;

    - A freguesia sofre de carências em termos de acessibilidades, com diversos troços rodoviários em mau estado de asfaltamento, com perigo para a própria integridade dos seus utilizadores e dano no material circulante;

    - As más condições atmosféricas contribuíram, em larga escala, para a deterioração dessas vidas;

    - O combate a tais carências deverá ser levado a cabo pelo Executivo, quer no âmbito das suas competências próprias ou delegadas, quer no âmbito das suas relações com outros órgãos autárquicos;

    - Sem esquecer o poder reivindicativo que o Executivo deverá exercer junto da administração central e descentralizada.

    Aos 21 dias de Abril de 2010, a Assembleia de Freguesia, reunida em sessão ordinária, reivindica junto do Executivo o levantamento e apuramento das vias rodoviárias da freguesia com maiores carências de asfaltamento e reabilitação de infraestruturas rodoviárias, promovendo a reparação urgente de alguns desses troços e o asfaltamento total daquelas que apresentem defeitos cuja reparação parcial não se mostre suficiente, como é o caso da Av. 25 de Abril, na Torre da Marinha.

    MOÇÃO CHUMBADA PELA CDU.

    MOÇÃO

    Através do projecto de auditoria energética, a população de Arrentela poderia reduzir o desperdício de energia em suas casas, adoptando boas práticas de eficiência energética.

    Considerando que:

    - A auditoria seria realizada por um grupo de três pessoas certificadas nesta área deslocando-se até às residências dos cidadãos interessados no projecto, a título gratuito;
    - Este grupo forneceria um relatório do consumo energético da habitação, especificando os pontos de consumo excessivo, comparando as eficiências de equipamentos domésticos e aparelhos eléctricos, e dando sugestões de como pode ser reduzido o desperdício de energia.

    Aos 21 dias de Abril de 2010, a Assembleia de Freguesia, reunida em sessão ordinária, reivindica que o Executivo se comprometa criar um projecto de auditoria energético residencial, nos termos supra apresentados.

    MOÇÃO CHUMBADA PELA CDU.

    JSD Distrital de Setúbal



    Teve lugar no passado Sábado em Almada primeira de um conjunto de conferências temáticas promovidas pela Comissão Política Distrital da JSD, no âmbito da iniciativa ‘DEBATES TERRA-A-TERRA’.


    Esta primeira conferência, subordinada à temática do BULLYING, contou com a participação da prof. Margarida Ferreira, presidente do Agrupamento de Escolas de Alembrança (Feijó), do Hugo Marques, representante dos alunos no Conselho Pedagógico da Escola Secundária Cacilhas-Tejo, e de Ana Filipa Esteves, estudante universitária, autora de um projecto sobre a inimputabilidade dos jovens.


    O debate, moderado pela blogger e colunista do jornal Sol Carla Hilário Quevedo, ficou marcado por uma ampla e acalorada participação do público, onde se contavam também diversos professores e outros profissionais ligados à educação ou ocupação de tempos de livres.

    Uma desresponsabilização generalizada em relação ao assunto

    Ressaltou como a mais forte conclusão do debate a forte desresponsabilização de todos os agentes em relação ao tema, cuja exagerada visibilidade nos últimos tempos também foi criticada.


    A prof. Margarida Ferreira referiu ‘a falta de meios e de enquadramento regulamentar’ para agir, enquanto Ana Filipa Esteves pediu ‘mais força na lei para dissuadir comportamentos que, mesmo com idade inimputável, são perfeitamente conscientes’.


    Hugo Marques referiu o ‘total sentimento de falta de autoridade e de hierarquia que grassa nas escolas, onde os professores são alunos e os alunos professores’.


    Debate deu oportunidade para discutir todo o modelo educativo


    O tocar de vários temas relacionados, quer como causa ou consequência do bullying, potenciou a discussão de todo o modelo educativo nacional, desde a autonomia financeira das escolas, a falta de autoridade dos docentes, o papel dos pais na escola, a organização de turmas e ainda a proposta da
    FERLAP, trazida à discussão pela moderadora, sobre a ‘Animação dos Recreios’.


    JSD prepara documento sobre o tema para ‘AGIR LOCAL’


    Após o debate e de acordo com o objectivo inicial da conferência, a Distrital da JSD de Setúbal vai preparar um documento programático, abarcando a enorme variedade de ideias e propostas num todo coerente, de modo a poder apresentá-la à sociedade e, através dos seus eleitos, ‘Agir Local’.

    quarta-feira, abril 21, 2010

    Autarcas

    Estão lançados dois novos sites de eleitos do PSD Seixal. O Mudar Seixal, do eleito à Assembleia de Freguesia do Seixal, Pedro Correia de Sousa (JSD), e o Mudar Arrentela dos eleitos à Assembleia de Freguesia de Arrentela, Manuel Soares Silva, Ana Filipa Esteves (JSD) e José Alves.

    terça-feira, abril 20, 2010

    O Boletim Municipal e o serviço público.

    Na sessão extraordinária da Assembleia Municipal de ontem, a bancada do PCP apresentou uma saudação aos 35 anos e 525 edições do Boletim Municipal. Nessa saudação era invocado o serviço público que esta publicação tem desempenhado ao longo dos anos. Obviamente, votei contra. O Boletim Municipal tem sido um grande veículo de propaganda da Câmara Municipal e um magnífico folhetim eleitoral da CDU. Ao longo destes 35 anos de jornal, as obras prometidas naquele jornal têm sido aos milhares... que tardam em se concretizar. Ao longo destes 35 anos, o Boletim Municipal tem anunciado aos munícipes fantásticas obras que hoje ainda aguardamos. No Boletim Municipal a voz dos partidos da oposição e dos seus eleitos nos órgãos tem sido completamente silenciada. Se é este o espírito democrático e o serviço público que se gaba ao Boletim Municipal, o PCP lá terá as suas razões. Com a minha anuência é que não.

    Conferência - Bullying



    terça-feira, abril 13, 2010

    segunda-feira, março 29, 2010

    Próxima missão: governar Portugal.

    A JSD Seixal congratula-se pela eleição de Pedro Passos Coelho para líder do PSD, decorrente de um acto eleitoral muito participado e no qual o actual Presidente do partido obteve uma vitória clara. É agora tempo de unir, de pensar o partido e o País e de organizar uma forte oposição. Votos de bom trabalho.

    sexta-feira, março 26, 2010

    Ai, Cimpor, Cimpor... Amar-te-ão até te matarem (Pedro Santos Guerreiro)

    Será mesmo verdade que o PS, perdão, que a Caixa vai impor Mário Lino como "chairman" da Cimpor? Será mesmo verdade que a Caixa chegou a desfraldar o nome de Armando Vara para administrador da cimenteira? Sim, é verdade. É triste, mas é verdade. Já não há nojo. O período de nojo tornou-se supersónico. Jorge Coelho foi um "gentleman", esperou oito anos. Mário Lino nem oito dias. Ao menos tem experiência com brasileiros: comprou-lhes a Prolagos em 1998, num negócio ruinoso para a Águas de Portugal, que presidia.Esta gente nunca mais aprende. O problema não é especificamente Mário Lino, nem o pasmo de vê-lo como alternativa ao competentíssimo Luís Palha (cuja hipótese sugere uma dissolução na Jerónimo, mas esse é outro assunto); é o à-vontade deste sistema que a Caixa promove: políticos que passam do poder tutelar para as empresas como se fossem cândidas borboletas. Saem de ministros para CEO como do Cabaret para o Convento.A Cimpor estava mal antes da OPA e pode ter mudado para pior: o assalto de empresas brasileiras pode amputá-la ou paralisá-la, por conjugação de interesses dos novos donos. A suspeita é verosímil para as próprias autoridades brasileiras: as concorrentes Votorantim e Camargo Corrêa tomaram metade da Cimpor, durante a OPA da CSN, o que pode alegar a cartelização do próspero mercado brasileiro, em prejuízo dos clientes... e da Cimpor. A teoria é de prova impossível, mas basta que a Concorrência brasileira de lá arrede a Cimpor para que o prejuízo se confirme.É por isso que muitos suspeitam de uma aliança entre a Camargo e a Votorantim, que, para mais, teve o apoio da Caixa. Já para não falar da teoria de conspiração em que a própria CSN fez parte do arranjo, avançando com uma OPA (que teria tido sucesso por mais alguns cêntimos) para servir de lebre à entrada dos outros. Nesse caso, não é um conúbio a dois, é um "ménage à trois". Sempre traindo a Cimpor.A Cimpor ameaça deixar de ser uma empresa de ponta e passar a ser a ponta de uma empresa - ou de duas. O único antídoto para essa paralisia é ter uma equipa de gestão competente, independente e forte, que defenda o motor que tem por baixo (a empresa), e não o capot que tem por cima (os accionistas). Tudo menos comissários neutros ou emissários neutralizadores, relatores ou delatores.Os cestos ainda estão a caminho da lavagem mas presidente executivo parece já haver: Francisco Lacerda, um homem Fino, um regresso merecido pela carreira que o precede, apesar de toda a escandaleira no BCP, que viveu. Mas Lacerda precisa de gerir a empresa, não os accionistas. Para isso, tem de ter um "chairman" a sério, que lhe dê respaldo das instabilidades accionistas que vão permanecer. Não de um controleiro.A Caixa esteve contra a OPA por causa da defesa dos centros de decisão nacionais. É um argumento péssimo mas é, ao menos, transparente: salve. Cometeu, em nome do mesmo argumento péssimo, ingenuidades com accionistas que dela fizeram refém: há um ano com Manuel Fino, agora com a Votorantim. Mas a Caixa tem de aprender. Até porque está a ser usada como desbloqueador de "golden shares". Na Cimpor, na Galp, qualquer dia na PT, na EDP...A empresa chama-se Cimpor SGPS, não Cimpor PS. Podem fazer dela uma vaca leiteira de dividendos, para isso ela dá. Mas isso não é um pujante projecto luso-brasileiro, é um irrelevante acordo ortográfico. Mas sempre será melhor que um acordo pornográfico...

    quarta-feira, março 10, 2010

    Inundações no Seixal

    Abstive-me até ao momento de tecer qualquer comentário ao sucedido no Seixal aquando das cheias derivadas do mau tempo que se fez sentir. Acompanhei com atenção o decorrer da situação, não achei no entanto, que qualquer comentário ou tomada de posição fosse pertinente, uma vez que a situação era complicada e não fazia sentido qualquer tipo de acção que pudesse ser compreendida como “aproveitamento político” da situação, que é de resto, a defesa da CDU para todas as questões levantadas pelo PSD nos momentos oportunos.

    Começo por saudar o trabalho do Vereador da protecção civil Paulo Edson Cunha (PSD) pelo trabalho executado, pela presença constante durante todo o processo, pela mobilização e coordenação dos meios de resposta e pela preocupação sempre constante que demonstrou pela freguesia do Seixal e seus habitantes. Quero também saudar o trabalho do Presidente da Junta de Freguesia do Seixal (CDU) CONTINUAR A LER AQUI ( SECÇÂO BLOG)

    segunda-feira, março 08, 2010

    Uma Experiência Socialista

    Vale a pena perder 5 minutos para ler!


    "Um professor de economia na universidade Texas Tech disse que nunca reprovou um só aluno antes, mas tinha, uma vez, reprovado uma turma inteira.


    Esta classe em particular tinha insistido que o socialismo realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e 'justo. '
    O professor então disse, "Ok, vamos fazer um experiência socialista nesta turma. Ao invés de dinheiro, usaremos as suas notas nas provas."
    Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam 'justas. ' Isso quis dizer que todos receberiam as mesmas notas, o que significou que ninguém seria reprovado. Isso também quis dizer, claro, que ninguém receberia um "A"...
    Depois que a média das primeiras provas foram tiradas, todos receberam "B". Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.
    Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Portanto, agindo contra suas tendências, eles copiaram os hábitos dos preguiçosos. Como um resultado, a segunda média das provas foi "D".
    Ninguém gostou.

    Depois da terceira prova, a média geral foi um "F".
    As notas não voltaram a patamares mais altos mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela turma. A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram o ano... Para sua total surpresa.
    O professor explicou que a experiência socialista tinha falhado porque ela foi baseada no menor esforço possível da parte de seus participantes.
    Preguiça e mágoas foi o seu resultado. Sempre haveria fracasso na situação a partir da qual a experiência tinha começado.
    "Quando a recompensa é grande", disse ele, "o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós.
    Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros sem o seu consentimento para dar a outros que não batalharam por elas, então o fracasso é inevitável."



    "É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade. Por cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber. O governo não pode dar a alguém aquilo que não tira de outro alguém. Quando metade da população entende a idéia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.
    É impossível multiplicar riqueza dividindo-a. "

    Adrian Rogers, 1931

    segunda-feira, março 01, 2010

    Lamentável.

    quarta-feira, fevereiro 24, 2010

    Desemprego no Seixal.


    É com desagrado que damos conta dos dados sobre o desemprego no concelho do Seixal: 7633 desempregados é significativo. É uma realidade que nos toca a todos e que não pode ser esquecida pela Câmara Municipal e todas as forças vivas do concelho. Relembramos, por isso, alguns dados que ilustram bem o que se passa a nível empresarial no Seixal.

    terça-feira, fevereiro 23, 2010

    Na defesa do interesse de todos.

    Não podíamos deixar passar em claro a excelente iniciativa que o Pelouro da Protecção Civil da Câmara Municipal do Seixal está a levar a cabo. A realização de um estudo feito por entidades respeitadas e prestigiadas sobre a avaliação da vulnerabilidade e risco sísmico dos edifícios dos centros urbanos antigos do concelho era uma necessidade real do concelho, ainda que passe despercebida aos olhos de muitos. Está de parabéns, portanto, o Vereador Paulo Edson Cunha, bem como todos aqueles que têm trabalhado no sentido de realizar este estudo.

    Haja asseio.


    Acho lindamente que a Câmara Municipal trate bem o seu pessoal. E o papel higiénico é fundamental ao asseio do ser humano numa sociedade moderna. Não se compreende é por que razão, nas informações prestadas pela Câmara à Assembleia Municipal, se gastem 3 páginas com detalhes sobre o uso de papel higiénico e se escondam pormenores relativos a ajustes directos celebrados e outras questões realmente importantes.

    P.S.: Verdade seja dita que o Presidente da Câmara assumiu, perante a Assembleia Municipal, que o conjunto das informações prestadas a este órgão deliberativo por aquele tem de ser revisto. Assim o esperamos.

    quinta-feira, fevereiro 18, 2010

    domingo, fevereiro 14, 2010

    "Querido Economista"

    "Quando a minha filha completou seis anos, a minha mulher e eu decidimos começar a dar-lhe algum dinheiro para gastar.

    Mas, a partir do momento em que tivesse dinheiro, iria certamente começar a comprar grandes quantidades de guloseimas. Assim, em vez de nos limitarmos a passar-lhe dinheiro para as mãos, começámos a verificar quanto dinheiro conseguia acumular, dinheiro esse que podia depois usar para comprar o que quisesse, conquanto não fosse comida e bebida.

    Isto funcionou bem mas, quando celebrou oito anos foram muitos os nossos amigos e familiares generosos que lhe deram dinheiro. Ela pretende ficar agora com este dinheiro para ir comprando guloseimas, usando o dinheiro que lhe damos e que vou acumulando para comprar presentes para impressionar os seus benfeitores. Não queremos confiscar-lhe o dinheiro que recebeu no aniversário mas será que existe alguma forma de desencorajá-la?

    William Nicolson

    Pai sem margem de manobra

    Querido pai sem margem de manobra

    A sua filha descobriu que o dinheiro é fungível. Como se diz no sector da ajuda humanitária, achamos que o nosso dinheiro está a ser usado para financiar o projecto que preferimos quando, no fundo, está a financiar o projecto favorito do presidente. Assim, faz uma doação sob condição que o mesmo seja gasto na construção de mais um hospital, o receptor do mesmo constrói o hospital que sempre pensou construir, envia-lhe os recibos e aumenta os seus gastos em limusinas e metralhadoras AK-47. (Gastou o seu dinheiro todo no hospital ou em limusinas? A pergunta é insignificante, e isso é fungibilidade).

    O seu plano só funcionou quando a sua filha não tinha acesso a fontes de financiamento externo.

    Vejo aqui três opções possíveis. Ponha de parte a ideia de lhe confiscar o dinheiro. A segunda consiste em oferecer incentivos para que reduza o consumo de guloseimas aumentando ou reduzindo a semanada da sua filha. O problema é que o consumo de guloseimas pode ser difícil de controlar. A terceira consiste em aceitar a derrota e deixar que faça as suas próprias escolhas. As guloseimas têm custos e benefícios, e a sua filha parece ser melhor economista do que você."

    in " http://economico.sapo.pt/noticias/querido-economista_81601.html "

    sexta-feira, fevereiro 12, 2010

    Telhados de Vidro

    segunda-feira, fevereiro 08, 2010

    Ainda a Polícia Municipal

    Nos últimos tempos temos recebido e-mails de cidadãos invocando as suas preocupações relativas à crescente insegurança que se vive no concelho e reivindicando a criação da Polícia Municipal. O que só vem confirmar que a JSD estava certa quando lançou tal proposta, que o PSD estava certo quando apresentou a ideia a sufrágio eleitoral e que a CDU estava errada quando recusou tal ideia. A JSD Seixal conhece os problemas reais de insegurança que se vivem no Seixal e mantém bem vincada a sua proposta da criação da Polícia Municipal. Porque sabemos que poderá ter um papel importante na vida das pessoas, nomeadamente na libertação dos efectivos da PSP para o combate ao crime. É apenas lamentável que a CDU não compreenda essa necessidade e continue culpando o poder central de tudo quanto é negativo.

    sábado, fevereiro 06, 2010

    Assembleia de Secção

    Amanhã, pelas 16 horas, irá realizar-se Plenário de Secção da JSD Seixal, na sede concelhia.

    quarta-feira, fevereiro 03, 2010

    Tragam os liberais, privatizem Portugal, por NSG (j. Negócios)

    O liberalismo não morreu após a crise financeira. Pelo contrário, ela veio comprovar que mais Estado é mais impostos. O PSD devia estar a discutir esse Plano A para o País, não o Plano B para a sucessão interna. É preciso resgatar os liberais das catacumbas. Quem se atreve? Os liberais foram excomungados pelos políticos. Atribuiu-se-lhes a culpa da crise financeira, o que não é rigoroso, e prometeu-se que a deriva dos mercados jamais voltaria a respirar. Mas nem todos os que defendem a economia livre e em concorrência, a iniciativa privada e o Estado regulador estavam errados. Aliás: errados estavam os que previram a morte dos mercados. Ei-los pujantes, lucrativos e decisores de futuros como o de Portugal. A crise medrou na desregulamentação de um ultraliberalismo irresponsável numa geografia específica, a "Anglo-saxónia". Análises erradas concluíram que o ultraliberalismo era o corolário do liberalismo, quando chegou a ser a sua negação: um Estado liberal precisa de regras, de leis, de regulação, de proibições, de cadeias, de punições, de antíteses. Uma coisa, a crise testou: a consistência ideológica de muitos. Derreteu-se como cera ao sol. Um dia voltarão a sê-lo. Quando for chique. Outros apenas hibernaram, deixando passar o Inverno: durante muito tempo, de nada valia questionar as ajudas às empresas mediáticas e empregadoras, que só adiaram falências e desempregos. Sem procura, não há oferta. A alma de um Estado não é um estado de alma. A mesma crise que recolocou o Estado no centro da sociedade, pagando as contas do desvario, mostra como ele é caro de mais. Está na hora de os liberais saírem da toca. Em Portugal, já concluímos que o Estado é caro, insustentável e ineficiente. Não podemos pagar tantos salários, pensões, riscos a privados, filigranas partidárias, subsídios, incentivos, apoios, enlatados sob o chapéu-de-chuva da protecção estatal. Não é uma ideologia, é viabilidade. O País está ao contrário. As empresas entregam dependências ao Estado. E já está a acontecer uma privatização da saúde, do ensino, da segurança, até da justiça que negamos mas que, por ser um escape, e não uma estratégia, privilegia as classes mais altas, discriminando a sociedade pelo dinheiro. Isso não é Estado a mais, é Estado para menos. As escolas privadas, os hospitais, as empresas de segurança, as arbitragens extrajudiciais reproduzem-se, têm listas de espera. São estradas paralelas às escolas sem autoridade, aos hospitais sem disponibilidade, às polícias sem os polícias, aos tribunais sem calendário. A privatização está a acontecer pelas forças do mercado, não por opção do Estado. As suas funções estão a ser redefinidas por imposição, deixando sob o chapéu-de-chuva minguante os que não têm dinheiro e dando incentivos contrários a quem quer, por mérito e correndo riscos, sair de debaixo dele. Os políticos perdem. Já se diz que isto, com Democracia, não vai lá, como alvitrou sinistramente Jorge Coelho há dias. Como avisou Silva Lopes. Como não se atreveu a enunciar Vítor Bento. É por isso que o futuro do PSD é importante. Não para que seja uma alternativa de Governo, isso já é. Mas para que seja uma alternativa política, o que desistiu de ser. A única referência de centro-esquerda hoje é José Sócrates. E de centro-direita também. O que é mau para o País e para ele próprio. Clama-se por acordo político alargado. Antes é preciso que a política alargue. Sim, precisamos de estadistas. Mas também precisamos de políticos. Incluindo os que ousam propor outra via. A do mérito, dos privados, da liberdade económica, do contrário que temos praticado e defendido. Pedimos um Estado lindo, mas ficámos num lindo estado. Repito: quem se atreve?

    terça-feira, fevereiro 02, 2010

    100 dias Sem Governo

    Neste dia, apresentamos o documento com as 100 Reclamações da Juventude Portuguesa:

    1. Educação - menor qualidade no Ensino - decréscimo na exigência;
    2. Ensino Superior - rede desadequada;
    3. Falta de financiamento adequado o que conduz ao estrangulamento financeiro de Universidades e Politécnicos;
    4. Menor autonomia das Instituições;
    5. Menor participação dos Estudantes na gestão das Instituições;
    6. Implementação desadequada/desajustada do processo de Bolonha;
    7. Acção Social Escolar insuficiente perante o fenómeno de crise económica;
    8. Abandono escolar significativo;
    9. Com vista a reduzirmos os elevados índices de insucesso escolar, recorremos à cosmética de exames demasiado fáceis e com a consequente inflação das notas de acesso ao ensino superior, numa clara falsa noção de conhecimento que damos aos nossos alunos.
    10. Carência de uma disciplina/módulo de formação e incentivo à Participação dos Jovens na Politica;
    11. Na Educação houve uma transferência de obrigações mas não das necessárias competências para as Câmaras Municipais;
    12. Aguardamos aplicação prática do novo quadro de cooperação europeia no domínio da juventude (2010-2018);
    13. Fomento do Recrutamento de Estudantes para postos de trabalho «part time» nas Universidades;
    14. Carência de infra-estruturas desportivas na rede escolar e Universitária do País:
    15. Não há fomento à prática de Desporto Escolar para a alta competição;
    16. Os alunos bolseiros focalizados na investigação continuam a ser descriminados, a investigação deve ser um desígnio nacional;
    17. Falta de fomento ao Empreendedorismo Social Juvenil (Voluntariado de combate à crise);
    18. Aumento do desemprego entre jovens, e em particular o dos jovens licenciados (mais de 20%);
    19. Ausência de estratégia séria e coerente de empregabilidade do nosso governo;
    20. Nova vaga de Emigração, fuga de jovens para o estrangeiro o que já não acontecia desde os anos 70;
    21. Saúde - encerramento de unidades de saúde de proximidade provoca um êxodo de jovens para Lisboa e Porto;
    22. Lutar contra a obesidade desde a infância - os hábitos alimentares criados durante a infância persistem frequentemente na idade adulta;
    23. Carência de políticas que visem a criação de uma rotina de diagnóstico na população, que além de constituir uma acção preventiva à transmissão do VIH, permitam também tratar mais cedo, levando assim a uma maior qualidade e esperança de vida nas pessoas VIH positivas.
    24. Centralismo do Governo, maior desde o antes do 25 de Abril;
    25. Habitação - Porta 65 tornou o acesso ao Arrendamento Jovem mais difícil;
    26. Os milhares de quilómetros de auto-estrada prometidos (investimentos desajustados) que vão ser pagos pelas gerações futuras;
    27. O Ministro Vieira da Silva exclamou que este Governo merecia um prémio Nobel por combater o deficit sem aumentar impostos. E que prémio merecia o governo anterior por colocar Portugal neste estado?
    28. Este governo não sabe o que significa o Desenvolvimento Regional, nomeadamente com uma especial focalização para o interior do país;
    29. Nenhum outro governo conseguiu criar uma tão grande desmotivação nos jovens Portugueses;
    30. José Sócrates ganhou as eleições ao defender os investimentos públicos, independentemente do deficit público. Qual será a desculpa que dará quando, obrigado pelas agências de rating internacionais, começar a adiar esses investimentos?;
    31. Este governo continua a fazer da publicidade e da demagogia as únicas formas de governação;
    32. Ao anunciar um défice de 9.3% em 2009 o governo revela ou uma grande irresponsabilidade por estar a exagerar os dados ou uma grande incompetência por ter deixado o país neste estado;
    33. O maior aliado do governo continua a chamar-se "Crise"! Serve de desculpa para toda e qualquer argumentação;
    34. Índice de envelhecimento no Interior de Portugal está na correspondência de 100 jovens para 400 idosos!;
    35. Politica de segurança social condenada a médio prazo, a uma falência e rotura do sistema;
    36. Uma agenda social eficaz terá de privilegiar o crescimento e o emprego, tal como fizeram os países que apresentam os melhores resultados;
    37. O aumento da adaptabilidade dos trabalhadores é aspecto decisivo. O desenvolvimento dos recursos humanos não é só essencial para construir uma sociedade baseada no conhecimento, mas também um elemento chave para a integração e melhoria da qualidade de vida;
    38. Dever-se-á desincentivar as políticas que subvencionam de uma forma explícita ou implícita a inactividade. No que respeita às despesas públicas, as escolhas deverão sistematicamente promover o emprego como instrumento de coesão social.
    39. No que se refere às pensões, tanto os governos como os cidadãos devem repensar as suas atitudes relativamente à reforma. Já vimos que a esperança de vida na União Europeia aumentou sensivelmente, enquanto que a idade efectiva de reforma baixou.
    40. Há que investir mais em capital humano e formação profissional permanente. A velocidade da evolução tecnológica torna a actualização das competências de todos os cidadãos essencial para a sua inclusão na sociedade do conhecimento.
    41. Ausência de uma politica global e integrada de fomento à Natalidade;
    42. Ausência de politicas de apoio sério e responsável aos agregados familiares;
    43. Falta de rigor nos gastos Públicos – favorecimento dos grandes grupos económicos em detrimento de investimentos de proximidade;
    44. No novo concurso público de aquisição de computadores Magalhães pelo Governo, prevê o fornecimento de 250 mil portáteis para alunos e professores do Continente excluindo as Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira.
    45. Indiferença por níveis históricos do fenómeno da pobreza jovem;
    46. Ausência de uma politica que acelere a emancipação dos jovens portugueses;
    47. A justiça que está ‘DOENTE’ no nosso País;
    48. Deveremos combater a ideia quase unânime da população de que não vale a pena recorrer aos Tribunais, na defesa dos seus direitos, pela generalizada frustração sentida por quase todos os que já tiveram essa experiência;
    49. Continua a extraordinária morosidade, absolutamente intolerável de todos os processos de jurisdição;
    50. Perdura a suspeita de politização das magistraturas; a violação constante do segredo de justiça;
    51. Desprezo absoluto pelos jovens agricultores portugueses;
    52. Ausência de política de prevenção para combater fenómenos de ‘guetização’ assistidos pela primeira vez em Portugal no passado recente;
    53. Não estamos a apostar estrategicamente nas empresas exportadoras;
    54. Demoras significativas do pagamento do Estado às empresas;
    55. A CP não oferece um pacote de serviços para escoamento e exportação de produtos das PMEs;
    56. Falta de apoio às PMEs, motor da nossa economia;
    57. Carência de uma política agregada de angariação de investimento estrangeiro para Portugal;
    58. Desperdício incompreensível dos fundos estruturais vindos na União Europeia – QREN;
    59. Escassez de uma política marítima que potencie o nosso património marítimo;
    60. Indiferença do Governo perante fenómenos de aumento de violência e insegurança;
    61. Administração pública despesista e desajustada da realidade o País;
    62. Transferência de competências não acompanhadas de recursos financeiros, para as autarquias locais;
    63. Não promoção (propositada) do debate sobre a Descentralização do Estado;
    64. Orçamento mínimo para a cultura – falta de políticas (designadamente fiscais) de incentivo à promoção cultural;
    65. Continuamos com os níveis de leitura dos mais baixos dos países ocidentais;
    66. Portugueses, e em particular os jovens, são dos que menos lêem jornais e consomem informação;
    67. Os apoios do Estado à actividade cultural são discricionários; tem que ser democratizada a produção cultural, respeitando e incentivando a diversidade;
    68. Os cidadãos e empresas portuguesas apoiam pouco a produção cultural em Portugal, há que incentivar o apoio dos privados à produção cultural (ex. mecenato);
    69. Em termos do Turismo abandono da marca ‘Allgarve’ após a saída do Ministro Pinho, sem uma politica de apoio à projecção das principais regiões turísticas do País;
    70. Insuficiência na promoção da marca Portugal – seja nos diferentes nichos de turismo – seja no seu todo; a reestruturação das entidades de turismo revela-se totalmente ineficaz.
    71. Continuam a existir demasiados portugueses sem acesso a saneamento, e ainda mais a saneamento com tratamento! É um problema ambiental mas também de saúde pública;
    72. O sistema de tarifas da água é pesa sobretudo sobre as populações do interior; é preciso um sistema que também aqui aposte na coesão nacional e solidariedade entre regiões;
    73. Portugal tem um nível alarmante de desperdício de água - estima-se ser entre 40% e 60%; as médias dos países desenvolvidos e responsáveis são de cerca 15% a 20%;
    74. O sistema de tratamento de resíduos anda à solta e sem fiscalização; não sabemos se cada tipo de resíduos tem a gestão e tratamento devido - aliás a informação e queixas públicas é exactamente que isso não sucede;
    75. Os portugueses continuam a ter que suportar e viver ao lado de perigosos passivos ambientais que o Estado nada tem feito para recuperar (ex. sucatas, minas, pedreiras, depósitos de materiais,...);
    76. Os resíduos devem 1º ser reduzidos, 2º reaproveitados, e 3º reutilizados, e só se nada funcionar poderão ser depositados em aterros; nos vários tipos de resíduos continuamos a aterrar (tantas vezes sem segurança), sem fazer nenhuma daquelas tarefas prioritárias; temos que melhor ao nível das embalagens, plásticos, pilhas, óleos, resíduos industriais perigosos e banais, etc...
    77. Portugal não está a cumprir o seu papel na redução das emissões de gases com efeito estufa e no combate às alterações climáticas; está anunciado que Portugal não vai cumprir Quioto!
    78. Se o Governo tivesse feito bem o seu trabalho Portugal poderia ter cumprido as suas obrigações do Protocolo de Quioto: quase nada foi feito ao nível da eficiência energética (em particular nos edifícios e transportes) e ao nível das energias renováveis pouco mais se fez do que apostar na energia eólica;
    79. O Programa Nacional para a Eficiência Energética tem uma taxa de execução muito baixa (cerca de 6%). Para um Governo que se afirma "verde" é vergonhosa a falta de acção e resultados na promoção da eficiência energética que pode permitir poupança no consumo de energia de cerca de 20%;
    80. O Estado dá um mau exemplo na eficiência energética; os edifícios públicos e a frota de transportes das entidades públicas podiam e deviam ser exemplos na redução do desperdício de energia eléctrica, mas o Governo não consegue nem sequer fazer as coisas bem dentro de casa;
    81. Portugal não é o país das energias renováveis, apenas das ventoinhas; para além da eólica, estamos a desaproveitar o nosso enorme potencial de produção de energia limpa renovável - nas ondas, solar, biomassa, geotérmico, e biocombustíveis, temos quase todo o trabalho por fazer...
    82. A produção de energia por biomassa não arranca e os concursos lançados não deram em nada; o Estado tem de apoiar porque para além dos benefícios energéticos este tipo de energia permite a criação de empregos, ordenamento e melhoramento florestal de Portugal e o aproveitamento de resíduos;
    83. Os projectos de energia de ondas não saíram do papel; Portugal tem aqui um potencial extraordinário - com a maior zona económica exclusiva da Europa - que está a desperdiçar;
    84. O Governo continua a querer centralizar a produção de energia e por isso vedar a iniciativa dos cidadãos, empresas e autarquias na produção de energia descentralizada que para além de permitir o reforço das energias renováveis, reduz os níveis de congestionamento com o transporte;
    85. O litoral português continua abandonado; O Governo promete uma e outra vez planeamento e intervenções de conservação, mas nada é feito; é particularmente urgente a adopção de medidas de adaptação para fazer frente aos efeitos das alterações climáticas que já tantos problemas têm causado em partes do litoral português;
    86. Portugal tem a maior plataforma continental da Europa, mas Portugal não tem nem estratégia nem acção que nos permita aproveitar, conservar e potenciar este recurso essencial;
    87. A mobilidade nas cidades é demasiado difícil, moroso, poluente e carro-dependente;
    88. Os centros históricos das cidades e vilas estão cada vez mais desertas e abandonados; há que promover o seu povoamento, principalmente por jovens, o desenvolvimento de iniciativas de comércio não apenas tradicional, fomentar a actividade cultural e turística, assegurando sempre níveis adequados de segurança e acesso às redes de transporte;
    89. Cada município ou cidade tem estado a pensar por si; mas as políticas para as cidades têm de ser integradas ao nível metropolitano;
    90. As cidades portuguesas têm demasiados prédios e casas desocupadas e em degradação, ao mesmo tempo que continuam a construir novas habitações em zonas do território disponíveis;
    91. O desafio da reabilitação urbana ainda está perdido; a verdadeira e real reabilitação dos tantos imóveis desocupados e em degradação ajudam ao ordenamento das cidades, ao povoamento dos centros históricos, e a resolver os problemas de mobilidade, de desperdício em construção, e da acessibilidade a habitação condigna para todos;
    92. Faltam espaços verdes e zonas públicas abertas de socialização; temos que parar os incentivos (incluindo pelo sistema de financiamento das autarquias) à construção; precisamos de estabilizar e recriar espaços não-construídos que "esverdeiem" as cidades e criem espaços de convívio e vida social no exterior;
    93. Portugal é um país de demasiada utilização de automóveis; os níveis de utilização de transportes públicos colectivos continua muito baixo;
    94. As empresas públicas de transportes contribuem muito para o défice do Estado, mas continua sem a qualidade, eficiência, cobertura e frequência que a torne verdadeira alternativa generalizada ao transporte particular;
    95. Nas maiores cidades e áreas metropolitanas os portugueses continuam a passar demasiado tempo "morto" ao volante; há que reduzir o tempo diário nos transportes, e torná-lo tempo útil - ex.: incentivar a leitura e pequenas manifestações artísticas nos transportes públicos colectivos;
    96. Os portugueses continuam com poucos incentivos para uma mobilidade mais ecológica; A aposta na mobilidade ecológica tem que passar por um programa de mobilidade eléctrica massivo, mas também pelo uso de transportes públicos, veículos híbridos, incorporação de biocombustíveis, incentivo à partilha de automóveis (car-pooling), sistemas de utilização e partilha de bicicletas (public bike-pooling);
    97. Governo está obcecado com o TGV mas esquece de apostar no transporte ferroviário normal! Esse sim serviria todos os portugueses e é bem mais ecológico;
    98. Portugal continua sem verdadeiras políticas de transportes integrados para as áreas metropolitanas. Nestas áreas a mobilidade integrada e as soluções de ligações coordenadas são a realidade e os esforços a nível municipal por si não resolvem os problemas;
    99. A aposta em "frotas verdes" está por fazer;
    100. Ausência de rigor e transparência sobre a verdadeira situação do Estado Português - não pode ter mudado assim tanto de Setembro 09 (período de campanha de eleições legislativas) para o presente momento;

    Chega, Sr Eng José Sócrates?

    sexta-feira, janeiro 29, 2010

    Eleições PSD

    Hoje, a partir das 18h na sede concelhia, irão decorrer os actos eleitorais para os órgãos concelhios e distritais do PSD. Vota!

    segunda-feira, janeiro 11, 2010

    segunda-feira, janeiro 04, 2010

    A CDU e os Acidentes

    No dia 29 de Dezembro de 2009 realizou-se a primeira Assembleia de Freguesia do Seixal. Foram apresentadas quatro moções, duas da CDU e duas do PSD.

    A CDU apresentou uma moção sobre a cimeira da Copenhaga (?) e um sobre o Hospital do Seixal, sendo esta última, a felicitar a luta do poder local pela conquista desta importante obra.

    O PSD apresentou duas moções, uma sobre segurança rodoviária em algumas vias da freguesia e uma outra sobre zonas em risco de derrocada junto ao mercado do Seixal.

    Quanto às votações, o PSD absteve-se em relação às moções da CDU, isto porque, não considera que o âmbito das moções seja o mais adequado para a assembleia de freguesia.

    Quanto às propostas do PSD (apresentadas infra), são propostas de acção concretas que visam a segurança dos habitantes do Seixal. São medidas de prevenção (algo que não tem sido apanágio da CDU no poder local) que visam a salvaguarda de pessoas e bens. Não obstante, a CDU votou contra fazendo reprovar as moções.

    Fica a pergunta… ( Continue a ler Aqui - Secção Blog)

    domingo, janeiro 03, 2010

    2010

    Que 2010 seja melhor que 2009. Um Bom Ano para todos os Leitores.