sexta-feira, setembro 19, 2008

Propaganda ao serviço do regime!

Chamamos à atenção para esta noticia publicada no jornal Diário de Notícias na sequência da carta de um leitor sobre o destaque deste órgão de informação à Festa do Avante.

7 comentários:

Anónimo disse...

Mais uma vez a CM Seixal prepara-se para fechar ao trânsito a ponte da fraternidade e a marginal do lade Arrehtela e Seixal, numa manobra de mera propaganda ... indo acarretar monstruosos engarrafamentos às pessoas que não querem ir ao evento da abertura da seixaliada e promovendo a poluição... vão ao local e registem os constrangimentos de transito provocados pela nossa própria autarquia... se puderem confirmem com fotos e filmes... isto sim é um atentado à qualidade do ar que resperiamos!!

Anónimo disse...

Está tudo engarrfado desde Cruz de Pau a Paio Pires

Daniel Geraldes disse...

Por isso é que agora me fartei de apanhar transito e não percebi o porquê.

Filipe de Arede Nunes disse...

Confirma-se o aqui relatado. Infelizmente é a propaganda ao serviço do regime.

Cumprimentos,
Filipe de Arede Nunes

Anónimo disse...

Incrivél que se sacrifique a mobilidade das pessoas para fazer marchasa de propaganda tipo soviético... mas pior de td confirma-se que o plano rodoviário do Seixal é uma porcaria, bastando fechar a ponte da fraternidade para tudo quase parar... existem casos de clara incompetencia... Torre da Marinha; Quinta da Soledade é algo que não se percebe o ordenamento da circulação.

Anónimo disse...

Aqui reproduzo com a devida vénia ao autor, vindo dum blog do Seixal, de um artigo que penso que o senhor ponto verde já conhecer, mas que é sempre bom relembrar, sobre um tema em tudo semelhante:
"Este domingo pela manhã foi levada a efeito, com organização da CM do Seixal, a iniciativa do Agita Seixal. Uma actividade que visa levar a população a praticar mais alguma actividade física, ao ar livre. Para tal efeito decidiu a CMS fechar o trânsito na ponte da Fraternidade e parte da Estrada Nacional 378, nomeadamente a que liga a rotunda da Torre da Marinha ao Seixal.
Apesar de todas as boas intenções, tal evento deve consequências não muito positivas, houve o reverso da medalha. Para as pessoas que não podiam ou não quiseram participar em tal evento, e no entanto, quer por necessidade quer por lazer, necessitaram-se deslocar no concelho do Seixal de carro, nomeadamente entre as freguesias de Amora e Seixal, viram a sua mobilidade deveras comprometida. Com a ponte da Fraternidade fechada ao trânsito, ficou a nu a deficiência e fragilidade de todo o sistema rodoviário do concelho do Seixal, a falência completa do mesmo. Com engarrafamentos monumentais e horas de espera nas filas de trânsito. Num dia em que se esperava defender a actividade física, a vida saudável, provavelmente foram feitas mais emissões de CO2, e gases perigosos para a saúde de que num domingo normal.
Tudo isto resulta de um sistema rodoviário frágil, deficiente e sem capacidade de resposta a qualquer eventualidade. Mais, demonstra também que o Município do Seixal não tem equipamentos necessários para levar a cabo este tipo de iniciativas, necessitando, de fechar estradas principais, para levar a efeito tais eventos. É clara e notória a insuficiência do Município no campo de equipamentos necessários para levar a cabo tais eventos.
Conclusão, tivemos um domingo de engarrafamentos no Seixal "


Hj por acaso aconteceu novamente mas num sábado.

hkt disse...

Seria bom que as preocupações de isenção no tratamento da informação se estendessem ao Boletim Municipal. De facto, o BM é o órgão de propaganda da câmara que de modo nenhum cumpre as obrigações de serviço público a que deveria corresponder... não publicita reuniões das assembleias municipal e de freguesia, nem sessões de câmara; não publicita projectos em fase de consulta pública; não reflecte as preocupações das pessoas relativamente aos "pontos negros do concelho" (mercado da Cruz de Pau, mobilidade, insegurança...). Pelas suas características faz lembrar os jornais do tempo da outra senhora: o presidente cortando fitas rodeado por um número restrito de fiéis sorridentes.