sexta-feira, dezembro 07, 2007

Mais uma imagem que vale por mil palavras

Para que não haja duvidas estas fotografias foram tiradas em Santa Marta, junto da Plátano Editora. Penso que não é necessário mencionar que estas pessoas vivem em condições subhumanas, com o conhecimento da CM Seixal! É importante olhar e reflectir.



5 comentários:

Filipe de Arede Nunes disse...

A segunda imagem, outdoor da CMS, diz e passo a citar: "É proibido a construção ou ampliação de barracas sob pena de demolição"...
Cumprimentos,
Filipe de Arede Nunes

o comuna que falta ser expulso disse...

E eu passo a citar esta Camara que se diz comunista, até para Comunistas são uma vergonha...

Mauro Santos disse...

A denúncia desta situação é de grande importância, pois a tendência para minorizar estas questões é uma realidade pois é um tema muito sensível que coloca a CMS numa situação frágil, espero que o trabalho de pesquisa sobre este assunto continue com dados mais concretos.

Davide Ferreira disse...

Parabens Marlene por este post. Sem dúvida uma imagem vale por mil palavras e só é pela que a unica preocupação da CMS seja meter um outdoor em vez de tentar resolver o problema.

Anónimo disse...

Almada: Atrasos obras do Metro provocam derrapagem de 70 M€

O atraso de três anos na conclusão das obras do Metro Sul do Tejo, Almada, provocará um custo orçamental de mais 70 milhões de euros em relação ao previsto disse hoje à Agência Lusa o deputado social-democrata Luís Rodrigues.

O coordenador dos deputados de Setúbal no Parlamento esteve hoje reunido com a secretária de Estado dos Transportes Ana Paula Vitorino, encontro do qual resultaram os números apontados.

Este valor corresponde a uma derrapagem orçamental de mais de 20 por cento em relação ao custo previsto da obra em Almada, estimado inicialmente em 320 milhões de euros.

De acordo com Luís Rodrigues, faltará apurar «os responsáveis por estes atrasos e consequente derrapagem orçamental, que será suportada pelo Estado e, consequentemente, por todos nós».

«Na minha opinião, a responsabilidade passa também pela Câmara Municipal de Almada, que se atrasou na tomada de decisão da cedência de terrenos à concessionária e no traçado para o triângulo da Ramalha», referiu o deputado.

A opção que está a ser levada a cabo na zona do triângulo da Ramalha prevê a passagem da linha do metropolitano nas ruas Lopes de Mendonça e José Justino Lopes, ou seja, junto a áreas residenciais, enquanto a proposta dos moradores, aceite pela secretária de Estado dos Transportes, Ana Vitorino, prevê a passagem pela Rua de Alvalade, não interferindo com as zonas residenciais do local.

O deputado Luís Rodrigues considerou a situação em curso «inadmissível», revelando que irá pedir esclarecimentos ao Governo no sentido de perceber o porquê de uma decisão governamental não ter sido tida em conta na organização do traçado.

«Alguém vai ter de me explicar o que se passa e o porquê de um despacho da secretária de Estado dos Transportes ter sido ignorado na realização deste traçado», afirmou o deputado social-democrata.

Luís Rodrigues questionou Ana Paula Vitorino sobre a questão, que alegou que a iniciativa de alteração do despacho «foi da Câmara Municipal, tendo a secretaria aceite esta mudança».

Relativamente à questão do estacionamento automóvel junto às estações do metropolitano de superfície, Ana Paula Vitorino terá assumido, de acordo com Luís Rodrigues, que os protocolos deverão ser assegurados entre a Câmara Municipal de Almada e a concessionária Metro Transportes do Sul.

«O problema do estacionamento é um problema que Almada já tem e que não pode ser descartado pela autarquia. Ficou hoje provado que a Câmara não pode ficar à espera de decisões governamentais para isso porque a responsabilidade é sua», concluiu o deputado social-democrata.

Diário Digital / Lusa

06-12-2007 19:33:00